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O Mal Entendido

Tipo de projeto

Teatro

Data

2015

Uma mãe poderia não reconhecer seu filho? Albert Camus é o autor da peça O mal entendido, cuja primeira montagem ocorreu em 1944. Exatamente 70 anos depois, seu texto tem ressonância na vida contemporânea. Na história, um homem volta a seu país de origem, depois de viver mais de 20 anos em terras estrangeiras. Sua mãe e sua irmã, que trabalham em uma hospedaria, não o reconhecem. Ele aluga um quarto para passar uma noite na esperança de que elas possam vir a identificá-lo, e em consequência de um mal-entendido, uma tragédia ocorre. A encenação mostra que a vida é um mal-entendido, trágica e absurda. Com requintes de violência, a peça flerta com o teatro do absurdo e aborda a necessidade do fortalecimento da identidade e da comunicação. Na época, só se manteve em cartaz durante quarenta apresentações. O próprio Camus não nutria grandes paixões por esta obra. “Camus está ali, com essa abordagem existencialista, esse pessimismo em relação às escolhas que a humanidade toma, além do viés religioso, já que ele era uma pessoa que dava sempre um jeito de cutucar a fé dos outros.

Figurinos: Antonio Rabadan
Atores: Elison Couto, Gabriela Greco, Fernanda Petit,Carla Cassapo, Pedro Nambuco
Texto: Albert Camus
Dramaturgia: Daniel Colin
Cenografia: Marco Fronckowiak e Rodrigo Souto Lopes,
Iluminação: Carlos Azevedo
Fotografa: Adriana Marchiori
Caracterização: Antonio Rabadan e Elison Couto
Trilha sonora: Beto Chedid.
Direção: Daniel Colin
Produção: Fernanda Pedi
Financiamento: Prêmio de Incentivo à Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena

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